Diante dos impactos da ação humana na natureza, a preocupação com o desenvolvimento sustentável tem se tornado cada vez mais frequente na construção civil, através de projetos que agregam a sustentabilidade com o conforto dos usuários. Com a aproximação do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 5 de junho, há várias medidas relevantes do setor para reduzir os impactos da edificação no ambiente, através do uso racional dos recursos naturais.
Viver em harmonia com a natureza é a mais nova tendência do mercado imobiliário e arquitetônico: o conceito chamado de moradia verde promete unir a modernidade e a sustentabilidade, trazendo benefícios para o meio ambiente e até mesmo para a saúde física e mental dos moradores.
O Mudrah Eco Living foi projetado desde o início, apoiado nos pilares do desenvolvimento sustentável, buscando minimizar ao máximo os impactos gerados ao meio ambiente, através de soluções que visam a melhoria do desempenho das edificações. O uso racional e gestão dos recursos de energia, água e lixo, além de promover o desenvolvimento e valorização do entorno, prioriza os fornecedores da região em todo o processo, desde a obra até a operação.
O projeto do Eco Living nas montanhas capixabas busca implementar a sustentabilidade no projeto. “Estamos trabalhando para que o Mudrah seja um exemplo em sustentabilidade, que possa contribuir para o desenvolvimento da região e traga orgulho a todos os residentes e hóspedes, de viver e disfrutar de um empreendimento preocupado com o entorno onde está inserido”, destaca Mariana Merçon, gerente de produto do empreendimento.
Os profissionais implementaram no empreendimento o uso da biofilia, conceito que vem ganhando a cada dia mais visibilidade, que se baseia em conectar humanos com a natureza, tendo como principal estratégia incorporar as características do mundo natural aos espaços construídos, promovendo bem-estar, sensação de relaxamento, saúde e conforto emocional, conforme apontam diversos estudos nessa área.
Outra forma sustentável adotada é a produção de energia elétrica através de placas fotovoltaicas, utilização de iluminação de baixo consumo com o uso de economizadores de energia, acionamento com cartão e utilização de sensores de presença, ponto de abastecimento elétrico para veículos, gestão do uso da água através de sistema dual fluxo para descarga, monocomandos para chuveiros e torneiras e sistema de aeradores em todos os pontos de água. Além disso, medidas educativas para usuários e funcionários, aquecimento de água por placas termosolares, que utilizam a luz do sol como fonte de energia, reaproveitamento de água de chuva, gestão de resíduos e compostagem de lixo orgânico, horta orgânica coletiva, livre de pesticidas e com utilização de adubação natural, implantação de bicicletas e/ou bicicletas elétricas de uso compartilhado pelos condôminos, dentro e fora do empreendimento, entre outras ações.
Ainda segundo Mariana Merçon, as edificações sustentáveis têm maior valor no mercado imobiliário, como vem sendo mostrado através de pesquisas do setor. “Há aumento na velocidade na venda, sobrevalorização em relação aos seus vizinhos de tipologias semelhantes e menor taxa de vacância, além disso, o custo da manutenção e operação desses edifícios são bem menores”, completa.